sexta-feira, janeiro 18, 2008

Ecos



Dou por mim a espreitar o tempo pela porta entreaberta da noite...

Vejo uma espécie muito rara de angústia...
lenços que guardam lágrimas antigas..
papéis amarelecidos pelo idade..
toques suspensos no tempo.

Vejo uma espécie única de medo...
que me chega através das paredes..
se enovela nos cortinados..
e se senta ao meu lado no sofá.

E o silêncio.
O silêncio que se chama «eu» e se diz «tu».

9 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Gostei do que li..não gostei do que senti..(devo estar ponas :-) )

uma forma de velhice solitária..

abraço

intruso

10:12 p.m.  
Blogger Manuel Veiga said...

silêncio(s) perturbante(s).
poema sobre o gume.
belo

10:54 p.m.  
Anonymous Anónimo said...

Saúdo o teu regressso às letras...

J.

11:55 a.m.  
Blogger SILÊNCIO CULPADO said...

O silêncio e a solidão por vezes são inimigos. Precisamos da musicalidade dos dias e de vozes que embalem para acreditarmos no tempo.
Beijinhos

8:10 p.m.  
Blogger Divinius said...

RESPIRA A LEVEZA QUE VIVE EM TI...
SOLTA TODA A BELEZA DO TEU OLHAR...
SOLTA TODA A BRANCURA DA TUA TERNURA...
SOlTA NA ÁGUA PURA DO MAR...
Um kiss*

5:35 p.m.  
Blogger Divinius said...

Nunca mais te li...
Beijitos:)
(mysticdream)

10:11 p.m.  
Blogger ~pi said...

lento silêncio de tu

eu

trago

12:47 a.m.  
Blogger mdsol said...

gostei e vou voltar.
(Aqui entre nós qu eninguém vê, acho o nom edo seu blog um MUST... o conceito...)
:)

11:39 p.m.  
Blogger isabella said...

vorrei poter capire, ma non capisco, peró é bello lo so. complimenti,
isabella

2:57 a.m.  

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