Ecos

Dou por mim a espreitar o tempo pela porta entreaberta da noite...
Vejo uma espécie muito rara de angústia...
lenços que guardam lágrimas antigas..
papéis amarelecidos pelo idade..
toques suspensos no tempo.
Vejo uma espécie única de medo...
que me chega através das paredes..
se enovela nos cortinados..
e se senta ao meu lado no sofá.
E o silêncio.
O silêncio que se chama «eu» e se diz «tu».
Vejo uma espécie muito rara de angústia...
lenços que guardam lágrimas antigas..
papéis amarelecidos pelo idade..
toques suspensos no tempo.
Vejo uma espécie única de medo...
que me chega através das paredes..
se enovela nos cortinados..
e se senta ao meu lado no sofá.
E o silêncio.
O silêncio que se chama «eu» e se diz «tu».

9 Comments:
Gostei do que li..não gostei do que senti..(devo estar ponas :-) )
uma forma de velhice solitária..
abraço
intruso
silêncio(s) perturbante(s).
poema sobre o gume.
belo
Saúdo o teu regressso às letras...
J.
O silêncio e a solidão por vezes são inimigos. Precisamos da musicalidade dos dias e de vozes que embalem para acreditarmos no tempo.
Beijinhos
RESPIRA A LEVEZA QUE VIVE EM TI...
SOLTA TODA A BELEZA DO TEU OLHAR...
SOLTA TODA A BRANCURA DA TUA TERNURA...
SOlTA NA ÁGUA PURA DO MAR...
Um kiss*
Nunca mais te li...
Beijitos:)
(mysticdream)
lento silêncio de tu
eu
trago
gostei e vou voltar.
(Aqui entre nós qu eninguém vê, acho o nom edo seu blog um MUST... o conceito...)
:)
vorrei poter capire, ma non capisco, peró é bello lo so. complimenti,
isabella
Enviar um comentário
<< Home